7 Esboços de Pregações Curtas e Impactantes para Pentecostais

Esboços de Pregações Curtas e Impactantes para Pentecostais

A maioria dos pregadores pentecostais preferem pregar sermões do tipo temático expositivo com esboços curtos. Mas nem todos usam um esboço no púlpito. No entanto, hoje em dia, muitos pentecostais acreditam que o esboço pode ajudar na hora da ministração. Além disso, a procura por esboços de sermões prontos tem crescido.

Se você está a procura de ideias e sugestões de pregações curtas, selecionei aqui 7 esboços impactantes que você pode pregar em qualquer igreja, principalmente na denominação pentecostal.

SERMÃO 1 – JESUS CURA UM CEGO

Texto do Sermão: João 9:1-12

INTRODUÇÃO




  • O Apóstolo João relata este milagre como sendo sucedido após o Senhor Jesus e seus discípulos terem sido expulsos do templo (Jo 8:58). Mas alguns eruditos questionam a ordem cronológica deste evento.

I – A CONDIÇÃO DO HOMEM

  1. Cego de nascença – v.1
  2. A cegueira o tornava um inválido ou mendigo.
  3. Os discípulos atribuíam o mal a um pecado deste ou de seus pais.
  4. Os rabinos acreditavam que uma criança pecava desde o ventre, comparando Esaú e Jacó lutando dentro do ventre – Gn 25:22.

II – A HUMILHAÇÃO DO HOMEM

  1. Jesus sempre fazia algo diferente quando curava alguém.
  2. Em certa ocasião usou saliva – Mc 8:23; 7:33.
  3. Tocou nos enfermos ou pronunciou a palavra.
  4. O cego preferia ser ungido com azeite do que passar por qualquer outro processo. Todavia as maneiras do Senhor são estranhas, mas efetivas.

III – A PROVA DO HOMEM – (Lava-te no tanque – v.7)

  1. O cego precisava exercitar sua fé e obediência.
  2. Poderia alguém lhe trazer água ou ir à fonte mais próxima.
  3. Ele tinha que passar pela prova da fé e obediência. Sua bênção só poderia ser concretizada quando fosse a Siloé.

IV – A OBEDIÊNCIA DO HOMEM – (Então foi e se lavou)




  1. Cristo o mandou e o foi.
  2. Naamã só foi curado quando obedeceu a ordem do profeta – 2 Rs 5:14.
  3. A benção vem por meio da obediência.

V – A CONFISSÃO DO HOMEM – (Eu sou – v.9)

  1. Recebi a vista – v.11.
  2. Havendo sido cego agora vejo – v.25.
  3. A mim me abriu os olhos – v.30.

VI – A SALVAÇÃO DO HOMEM – vs. 35-38.

  1. Por causa do seu testemunho aquele homem foi expulso da sinagoga.
  2. Jesus foi ao seu encontro.
  3. Tinha sido curado da vista; mas lhe faltava a salvação (a cura da alma).

CONCLUSÃO

  • Através deste milagre o homem aceitou a Cristo como Salvador e o adorou. Quando alguém recebe favores de Deus, termina oferecendo-lhe sua gratidão.

SERMÃO 2 – JESUS UNGIDO EM BETÂNIA

Texto do sermão: Marcos 14:3-9




INTRODUÇÃO

  • Este evento aconteceu na casa de Simão, o leproso. Homem que havia sido leproso e que possivelmente o Senhor Jesus, o havia curado. Morava em Betânia, cerca de duas milhas de Jerusalém.

I – VEIO UMA MULHER: com um vaso de alabastro, com um unguento de nardo puro de muito preço – v.3.

  1. O alabastro era uma espécie de mármore translúcido de mui formosas cores.
  2. Maria não se apresentou com uma jarra de barro comum, mas veio com a melhor que tinha e que podia se associar com o precioso perfume.
  3. O perfume de nardo puro. O nardo é uma planta que dá uma flor branca, que deixa uma pista especial, principalmente à noite. O perfume era extraído da raiz da planta.
  4. Maria não ofereceu um perfume manipulado com água ou álcool; mas puro, sem mistura.

II – DE MUITO PREÇO: havia grande demora em transportar o nardo da Índia para a Palestina, e por isso o tornava mais precioso.

  1. Equivalia a 300 denários. Um denário era o valor de uma diária de um trabalhador comum. Somava 10 meses de trabalho.
  2. A pessoa que ama a Deus procura apresentar-se a Ele com verdadeiros sacrifícios e não com bijuterias.
  3. Daí colhemos grande ensinamento espiritual: a vida agradável diante de Deus é aquela em que se paga um bom preço.
  4. Davi recusou oferecer holocausto ao Senhor quando Arauna, o Jebuseu, lhe ofereceu todos os preparativos, antes preferiu comprar por cinquenta ciclo de prata (2 Sm 24:24).

III – E QUEBRANDO O VASO, LHO DERRAMOU SOBRE A CABEÇA: aquele vaso tinha o pescoço alargado, fácil de abrir, o qual Maria quebrou.




  1. Maria não deixou cair gotas nem tão pouco o destino o quebrou.
  2. Muitas vidas somente no quebrantamento podem transmitir uma fragrância espiritual.
  3. Há terras que se não forem aradas não produzem nada.
  4. Existe jardins que somente soprado pelos ventos podem exalar seu perfume. “Levanta-te vento norte, e vem tu, vento sul; assopra no meu jardim, para que se derramem os seus aromas…” – Ct 4:16.

IV – LHO DERRAMOU: não quis conservar nada, derramou toda fragrância.

  1. Deus quer tudo de nossa vida, não uma parte ou resto que nos sobrou.
  2. Devemos lhe oferecer o melhor que possuímos: o melhor de nossa vida, de nossas forças e nossos talentos.
  3. Maria o quebrou para que não fosse utilizado aquele vaso em outro uso.
  4. Quantas vidas hoje são de Deus e amanhã do mundo; gozamos de regozijo espiritual no templo e perdemos no trabalho, no templo somos espirituais e nas ruas somos manipulados pelo mundo.

CONCLUSÃO

  • Para Deus, sempre devemos oferecer o melhor de tudo o que possuímos.

SERMÃO 3 – A CURA DE UM PARALÍTICO

Texto do sermão: Lucas 5:17-26

INTRODUÇÃO




  • Este milagre aconteceu em Cafarnaum, segundo o relato de Mateus 9 e Marcos 2. Há cinco coisas que convém considerar com relação a este evento.

I – A OCASIÃO: “Aconteceu certo dia quando estava ensinando” – v.17

  1. Cristo, por excelência foi mestre. Maior parte do seu tempo foi dedicado ao ensino. Não precisava ser agendado para se entregar a esta tarefa, ensinava as multidões em qualquer lugar, nas colinas, beiras de lagos, na porta do templo, sinagogas, em casas particulares, ruas etc.
  1. Seu púlpito às vezes foi uma pedra, um barco, uma mesa etc.
  • Não ensinava somente as multidões, também fazia individualmente como com Nicodemos e a Mulher samaritana.
  1. Ensinava incansavelmente de dia e de noite. Seus ensinamentos foram uma das razões principais porque o seguiram:
  • Porque lhe ensinava com autoridade – Mt 7:29.
  • Muitos confessavam: “Jamais alguém falou como este homem!” – Jo 7:46.

II – O AUDITÓRIO: (Estavam presentes pessoas famosas de todas as categorias e de todo o País – v.17)

  1. De todas as aldeias da Galiléia (O norte do país).
  1. Da Judéia (O sul).
  1. De Jerusalém (A capital).
  1. A mensagem do evangelho é uma necessidade universal:
  • Foi pregado na hipócrita Jerusalém.
  • Na militar Cesaréia.
  • Na comercial e corrompida Corinto.
  • Na idólatra e pagã Éfeso.
  • Na culta Atenas e na capital Roma.

III – A NOVIDADE: “… o poder do Senhor estava com Ele para curar” – v.17

  1. O extraordinário é que além dos ensinamentos havia milagres.
  1. O Evangelho não é uma tentativa humana de redimir o homem com palavras.
  1. Jesus Cristo foi ungido para pregar e também sarar e libertar os oprimidos do diabo – At 10:38; Lc
  2. 4:18,19.

IV – A SURPRESA: “Homem teus pecados te são perdoados” – v.20




  1. Para a surpresa de todos, Cristo, antes falou de perdão e não de cura.
  1. A maior necessidade do homem é a espiritual e não a física.
  1. O salmista louvou ao Senhor, primeiro pelo perdão de seus pecados e depois pela cura de suas enfermidades – 103:3.

V – O MILAGRE: (vs.24-26)

  1. O paralítico se levantou na presença de todos.
  1. Levantou de seu leito, como prova das forças restabelecidas.
  1. Foi glorificando a Deus. Todo aquele que tem um encontro com Cristo tem um grande gozo.

CONCLUSÃO

  • Aquele milagre permitiu aos presentes glorificarem a Deus. Quando Deus faz um milagre leva os presentes a glorificarem o seu nome e dizerem hoje vimos maravilhas.

SERMÃO 4 – O CARCEREIRO DE FILIPOS

Texto do sermão: Atos 16:25-31

INTRODUÇÃO

  • O carcereiro de Filipos foi o autor de uma das perguntas mais importantes da vida: “Que devo fazer para ser salvo?” Séculos antes Jó também preocupou-se com tal assunto referente a justificação do homem: “…como se justificará o homem para com Deus?” – Jó 9:2.

I – A PREOCUPAÇÃO: Ser salvo – v.30

  1. A preocupação de muitos tem sido como prosperar economicamente. Ato típico do rico insensato – Lc 12:17,18.
  1. A preocupação de alguns tem sido exclusivamente o prazer. Um exemplo do filho pródigo – Lc 15:11-32.
  1. A preocupação de outros tem sido de como aumentar seus conhecimentos. Tarefa dos atenienses – At 17:21.
  1. A preocupação do carcereiro foi como ser salvo.

II – QUE DEVO FAZER? – v.30

  1. O carcereiro ignorava a forma para ser salvo. Hoje quase 2.000 anos depois muitos continuam na mesma posição deste homem.
  1. Ele pensava que necessitaria de algum mérito pessoal: Penitências, fazendo abstinência de qualquer coisa, pagando somas de dinheiro e etc.
  1. Acumular méritos para atrair solução tem sido sempre a intenção dos homens.

III – A FORMA BÍBLICA: “Crê no Senhor Jesus Cristo”

  1. Não disse faz. Mas: crê.
  1. Salvação é por fé e não por obras: “Porque pela graça sois salvos por meio da fé… Não vem das obras para que ninguém se glorie” – Ef 2:8,9.
  1. Fé em Cristo. “A fim de que recebam a remissão dos pecados e sorte entre os santificados pela fé em mim” – At 26:18.
  1. Sendo justificados pela graça e não por obras: “Sendo justificados gratuitamente pela sua graça, pela redenção que há em Cristo Jesus – Rm 3:24”.

IV – O RESULTADO: “Será salvo” – v.31

  1. Esta é a salvação proferida em João 3:16. A salvação para todo o que crê.
  1. A salvação que envolveu o carcereiro e sua casa – v.33, é a mesma que envolve a casa de todos quantos crêem hoje: Cristo!
  1. É a salvação que envolve o que crê e converte a tristeza de sua casa em alegria – v.34.

CONCLUSÃO

  • Se sua preocupação é como a do carcereiro em Filipos, e esteja na mesma condição pensando em como fazer para alcançar a salvação, a resposta é a mesma: “Crê no Senhor Jesus e serás salvo!”

SERMÃO 5 – ACENDENDO UMA FOGUEIRA

Texto do sermão: Atos 28:2

INTRODUÇÃO

  • Se nos rendermos ao poder do frio, inicialmente nos sentiremos frios, depois inativos e finalmente prontos para ser abatidos.

I – SOMOS CAPAZES DE FICAR FRIOS – “Porque acendendo uma grande fogueira, nos recolheram a todos por causa da chuva que caia e por causa do frio”.

  1. O mundo é uma região fria para os cristãos. O pecado torna-nos demasiadamente congelado.
  1. Quando chegam as estações frias, tudo esfria ao seu redor. O cristão ao se contaminar com o pecado, começa a ficar frio e indisposto para ir a casa do Senhor.
  1. Hoje: Pastores, igrejas, membros, frequentemente esfriam como gelo.
  • As influências congelantes estão lá fora caindo como a neve: os pensamentos modernos – mundanismo. Depressão no comércio – ambição pelo poder etc.

II – MEIOS DE AQUECIMENTO

  1. A palavra de Deus é como fogo. Ao ser lida e ouvida, ela aquece nosso coração. “Porventura não ardia em nós o nosso coração quando pelo caminho nos falava, e quando nos abria as escrituras?” – Lc 24:32.
  1. A oração é como carvão. O combustível para alimentar o fogo.
  1. A meditação e comunhão com Deus ateia fogo, “Incendeu-se dentro de mim o meu coração, enquanto eu meditava se acendeu um fogo…” – Sl 39:3.

III – DEVEMOS ACENDER FOGUEIRAS PARA OS OUTROS

  1. Acender com um verdadeiro avivamento. Deve ser aceso nas dificuldades. “Por causa da chuva que cai”.
  • Os lenhos de madeira estão molhados, o coração está inundado, a atmosfera está úmida. Em tais circunstâncias não é fácil acender uma fogueira, todavia deve ser feita.
  1. Uma vez acesa a chama, a fogueira começa a arder, e os pequenos gravetos são sempre melhor para acender o fogo.
  1. A fogueira deve ser alimentada. Pensai no apóstolo Paulo, apanhando um feixe de gravetos – Então está na hora de trazermos o nosso feixe para a fogueira não apagar.

CONCLUSÃO

  • Esta chama deve ser mantida com combustível. Para tal, precisamos nos apresentar com nossos pequenos gravetos, e de joelhos soprando as chamas do avivamento aos que estão frios.

SERMÃO 6 – A HUMILHAÇÃO E GLÓRIA DE CRISTO

Texto do sermão: João 17:5

INTRODUÇÃO

  • O ministério de Cristo é composto de duas naturezas: Sua humilhação e Sua exaltação.

I – SUA HUMILHAÇÃO NO GÊNESIS

  1. Deixou sua glória antes do gênesis – Jo 17:5.
  1. Humilhou-se tornando-se servo. O criador do Universo passou a servir – Fl 2:6,7.
  1. O Deus criador – Jo 1:3 – humilhou-se assumindo a forma de homem – v.14. O verbo se fez carne.

II – A HUMILHAÇÃO NO SEU NASCIMENTO

  1. Não nasceu de família importante – Lc 2:7.
  1. Não nasceu entre os grandes, nem uma parteira lhe assistiu no parto e em uma estalagem veio ao mundo.
  1. Não veio de uma região importante. A Galiléia era desprezada pelos Judeus.

III – A HUMILHAÇÃO NA TENTAÇÃO

  1. 40 dias no deserto, sem o menor conforto, com sede e fome, na companhia das feras – Mc 1:13.
  1. Tentado pelo Diabo.
  1. Satanás formando uma imagem negativa na mente de Cristo – Mt 4:3-10.

IV – A HUMILHAÇÃO NA MORTE

  1. Morte física – torturado na cruz. A cruz era cruel, torturante, ridícula, humilhante, designada para os piores criminosos.
  1. Humilhação moral – escarnecido. Ironias e provocações eram lançadas sobre Ele.
  1. Humilhação espiritual – maldito na cruz. A ausência do Pai o levava a uma profunda solidão.

V – EXALTAÇÃO DE CRISTO

  1. Ressuscitou – Mt 28:2-6.
  • Subiu aos céus – At 1:9-11.
  1. Agora um nome glorificado – Fl 2:9-11.
  • Deixou o banco da pobre carpintaria e foi para o seu trono de glória.
  1. Sua forma glorificada – Ap 1.
  • Vestes talares – dignidade e honra sacerdotal.
  • Cinto de ouro – sacerdócio eterno.
  • Cabelos brancos – eternidade, pureza e divindade.
  • Olhos como fogo – juízo eterno (ira divina).
  • Pés reluzentes – seus sofrimentos provados no fogo do juízo divino.
  • Voz de muitas águas – sua mensagem poderosa que acalma as tempestades. Pois tem as chaves da vida e da morte – Ap 1:18.

CONCLUSÃO

  • A humilhação da cruz produziu a redenção e redenção da humanidade. Na cruz, Cristo experimentou a mais profunda humilhação, contudo sobrepujou a todos sofrimentos, rompendo as barreiras e transformando-as num troféu de exaltação e glória sempiterno.

SERMÃO 7 – A PRESENÇA DE DEUS

Texto: Êxodo 33:14

INTRODUÇÃO

  • Vejamos os efeitos da presença de Jesus na nossa vida.

I – NOS FAZ DESCANSAR

  • (Êx 33.14) “Respondeu-lhe o Senhor: a minha presença irá contigo, e eu te darei descanso”.
  • (SI 23.2) “Deitar-me faz em verdes pastos, guia-me mansamente a águas tranquilas”.

II – NOS ENCORAJA PARA AS BATALHAS DA VIDA

  • (Dt 20.1) “Quando saíres à batalha contra teus inimigos, e vires cavalos, carros, e exército mais poderoso do que o teu, não os temerás, porque o Senhor teu Deus, que te tirou da terra do Egito, está contigo”.
  • (Is 41.13) “Pois eu sou o Senhor teu Deus, que te toma pela tua mão direita, e te diz: Não temas; eu te ajudarei”.

III – NOS CONFORTA NAS PROVAS

  • (Is 43.2) “Quando passares pelas águas contigo estarei, e quando passares pelos rios, eles não te submergirão. Quando passares pelo fogo, não te queimarás, nem chama arderá em ti”.

IV- NOS DÁ SEGURANÇA

  • (SI 20.7) “Uns confiam em carros e outros em cavalos, mas nós faremos menção do nome do Senhor nosso Deus”.
  • (SI 23.4) “Ainda que eu andasse pelo vale da sombra da morte, não temeria mal algum, porque tu estás comigo…”.

CONCLUSÃO:

  • Não precisamos de um grande exército, mas sim da presença de Deus!

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Sobre o Autor

André Lourenço
André Lourenço

Formado em Teologia, Tecnólogo em Gestão da Qualidade, Professor de cursos de Homilética, Exegese e Hermenêutica, André ministra na EBD e escreve para a Biblioteca do Pregador. "Fico feliz em compartilhar meus conhecimentos aqui no Conselho de Pastor".

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